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O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi liberado nesta quarta-feira das autoridades migratórias dos Estados Unidos, após uma breve detenção administrativa de dois dias em Orlando, na Flórida. Em um vídeo gravado ao ar livre e publicado em suas redes sociais, o parlamentar agradeceu o apoio recebido e esclareceu os detalhes do episódio de forma transparente e otimista.
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Ramagem destacou que ingressou no território americano em setembro de 2024 de maneira completamente regular, com passaporte e visto válidos, sem qualquer condenação em seu histórico à época da entrada. Ele e a esposa Rebeca formalizaram pedidos de asilo, cumprindo todos os requisitos legais, o que garante a permanência regular no país enquanto os processos tramitam. A custódia foi exclusivamente de natureza migratória, sem relação com qualquer crime, e a liberação ocorreu de forma administrativa rápida, sem necessidade de fiança, audiência judicial ou qualquer pagamento.
No depoimento, o ex-deputado expressou gratidão sincera a todos que torceram por ele e pela família, especialmente à “verdadeira justiça”. Ele citou nominalmente o apoio fundamental de Alan dos Santos, Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e do senador Irã, que estiveram ao lado de Rebeca com determinação para resolver a situação junto às autoridades americanas. Ramagem reforçou que não está escondido: seu endereço é conhecido, a família leva uma vida normal na Flórida — com as filhas matriculadas em escola pública — e não tem nada a ocultar.
O ex-parlamentar aproveitou o momento para denunciar o que classifica como perseguição política sofrida no Brasil. Ele criticou duramente o comando da Polícia Federal, exigindo o afastamento imediato do diretor-geral Andrei Rodrigues, a quem acusou de transformar a instituição em uma “polícia de jagunços” a serviço do governo atual. Ramagem mencionou cooperação internacional irregular contra ele, apesar de sua situação migratória estar em plena regularidade, e lembrou controvérsias envolvendo o diretor, como uma viagem a Londres e proximidade com o ministro Alexandre de Moraes.
Com tom otimista e de esperança, Ramagem defendeu que o presidente Jair Bolsonaro não cometeu qualquer crime, especialmente de corrupção, e projetou um futuro positivo para o país. Ele citou as boas perspectivas eleitorais de Flávio Bolsonaro e afirmou que a família tem condições de contribuir para “mudar o Brasil e fazê-lo grande novamente”. Encerrando a mensagem com fé, o ex-deputado evocou uma frase de Flávio sobre o reencontro com a família — “a cada vitória, a cada momento difícil superado, vemos claramente a mão de Deus nos capacitando para algo muito maior” — e pediu que esse tipo de imagem se repita em breve para todos os injustiçados do 8 de janeiro, fortalecendo-os para construir um Brasil melhor.
O episódio foi recebido com celebração por apoiadores, que veem na rápida liberação um sinal de que Ramagem segue firme e protegido nos Estados Unidos, pronto para continuar sua trajetória pública com transparência, determinação e otimismo.
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