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Um vídeo publicado pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) nas redes sociais feito com inteligência artificial (IA) foi o que motivou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de emitir uma notícia-crime contra o pré-candidato à Presidência.
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A peça mostra um fantoche do ministro Dias Toffoli pedindo ao de Gilmar que suspenda a quebra de seus sigilos que havia sido ordenada pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado. O boneco do decano acata a solicitação e, em troca, pede uma “cortesia” no resort Tayayá, do qual Toffoli era sócio.
A sátira se baseia no fato de que Gilmar Mendes efetivamente proferiu decisão anulando as quebras de sigilo da Maridt. Essa é a empresa de Toffoli e dos irmãos do ministro que recebeu aportes de um fundo de investimento ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Na representação enviada a Moraes, Gilmar escreveu que o vídeo “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”.
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